Levante a mão quem temia as aulas de química na escola. Com poucas exceções, essa disciplina é frequentemente percebida como difícil, abstrata e distante da vida real. Isso afeta a motivação e as escolhas dos estudantes, desencorajando-os a seguir carreiras acadêmicas e profissionais nesse campo importante e, na verdade, fascinante.
Em um novo artigo publicado na JCOM, uma equipe de pesquisadoras brasileiras — Ariane Carolina da Rocha, Ana Carolina Steola e Ana Cláudia Kasseboehmer, todas do Instituto de Química de São Carlos (Universidade de São Paulo) — trabalhou com diversas turmas de escolas públicas de diferentes perfis para mostrar como métodos de educação não formal, como os usados em museus de ciência, podem apoiar os percursos educacionais tradicionais e melhorar a motivação dos estudantes.